A mulher “foca”…

Caros  observadores de cometas, reparadores de frigideiras, homens com mais de 3 anos que sabem quem é o pokoyo e pessoas no geral que acham que os vampiros existem, mas só na zona da mata do Canidelo.

A relação interpessoal homem-mulher é desde sempre assunto da maior atenção por parte de toda a humanidade e assim sendo, porque não elaborar um post sobre o sucedido? Talvez mais importante do que a escrita real que se apresenta seja a lição que o homem Português vai retirar das próximas linhas! Sim, porque este post pretende analisar a mulher aquando da realização de carícias extra-auto-corpóreas!

Numa recente sondagem elaborada pelo Sr. Drácuécalo, mestre da realidade, e publicada num pedaço de papel junto ao seu computador, foi apurada a existência de 3 grupos distintos de mulher quando estão numa relação com um homem. Esta diferenciação tem como base a sua agressividade e instintos de sobrevivência, ou seja. Por ordem decrescente de impetuosidade animal, temos:

1 – A mulher “1,2,3”! Porquê mulher “1,2,3” perguntam vocês? Porque tal como o electrodoméstico homónimo da moulinex, ela faz em picadinho qualquer tipo de homem, por muito pelo que tenha no umbigo. Na verdade, esta mulher anda dissimulada no seu dia-a-dia pois está classificada como altamente perigosa e localiza-se em termos de ferocidade entre o rotweiller e o caniche dentes de sabre!

2 – A generalidade das pessoas conhece esta mulher como a mulher “delicia do mar”. Nem é carne, nem é peixe. É geralmente redonda e vermelha devido a uma exposição prolongada no solário. No entanto podem ouvir chamá-las por outras nóminas como mulher “galheteiro” porque tem sal q.b. mas é exagerada no vinagre. O Sr. Drácuécalo prefere chamar-lhe a mulher “lambreta”. Porquê mulher “lambreta”? Simples, toda a gente acha que  não é uma mota, mas quando chega a hora toda a gente anda naquilo! Agora mais a sério, já há tanta lambreta hoje em dia que as próprias motas sofrem por causa do trânsito.

3 – A mulher mais branda, insossa e inútil na relação coisa-coiso é a mulher “foca”. A explicação para este nome exige alguma vizualização, pelo que fechem os olhos e imaginem o cenário: uma mulher que, quando está com um homem, se despe rapidamente, se deita no sei leito (ou outra localização geográfica à escolha), origina um ângulo obtuso com os membros inferiores e coloca as mãos junto ao peito com vergonha enquanto aguarda que o homem “execute o trabalho para o qual está destinado”… Conseguiram visualizar? Agora visualizem interiormente uma foca deitada de costas num qualquer zoomarine ou afins… Compreendido?!

P.s: Este post vai ser utilizado no fabrico de vinho do porto. O Sr. Drácuécalo quer dar os parabéns a todos os leitores que fecharam realmente os olhos durante a leitura do post para imaginar a mulher “foca” e procura sócios para abrir uma mercearia especializada na venda de abacate. Ler com uma dose moderada de paciência. Pode provocar sensibilidade dentária. Em caso de dúvida ou persistência dos sintomas consulte o seu médico ou farmacêutico.

Expressões famosas…

 

Caros utilizadores de esteróides de bizonte, domadores de caniches, homens que sabem fazer tricô e pessoas no geral que não usam casas de banho públicas porque têm medo de engravidar… ao fecharem a porta!

Muito se fala sobre a humanidade, sobre as suas virtudes e defeitos… O Sr. Drácuécalo, aracnídeo atento numa sociedade púbica (a omissão do “L” não constitui um erro de impressão), tomou a liberdade de analisar o ser humano e dele extrair a maior das suas qualidades: a capacidade do desenrasca. Nesta ferramenta quotidiana, o povo Português é imbatível, desde a primária até à velhice. Um exemplo prático disto são as guerras de recreio dos miúdos de hoje: no tempo do Sr. Drácuécalo, a escola era um ambiente de amizade entre os primatas e os dinossauros e esta harmonia só era quebrada quando um desses exemplares pre-históricos carnívoros ficava com fome… e comia o dinossauro! No dias que correm, as crianças vão para a escola para baterem uns nos outros criando as famosas guerras de recreio caracterizadas pelo jogo do mata… com calhaus! E se faltarem os calhaus? Siga com o jogo do suja… com cuspe! Isto sim é desenrascar…

Mas o topo da capacidade do desenrascanço vem com a meia idade, em que o Homem aprende duas frases que, aplicadas a qualquer situação, determinam a sua escapadela impune por qualquer acto que pratique: “Isto não é o que parece” e “Isto não é o que estás a pensar”. Imaginem a situação: Um homem chega a casa, cansado do trabalho e encontra a sua mulher, desnudada, ofegante no meio dos lençóis… Nada disso seria estranho aos olhos de um homem cansado se ela não estivesse depilada! Apesar de tudo, o homem fica contente pelo facto e dirige-se ao guarda roupa para tirar a desconfortante roupa que enverga e dá de caras com um “orangotango bolívio”, completamente nú e também depilado!!!! Quase a entrar em morte cerebral por necrose ovárica, o homem pergunta à mulher o que se passa ali ao que ela responde: “- Querido, isto não é o que estás a pensar”. PROBLEMA RESOLVIDO! Ufa! O marido estava mesmo a pensar que ela estava a brincar aos comboios da cp com um revisor de bigode e afinal “aquilo não era o que parecia”… Sendo assim, de certeza que havia uma explicação lógica para o facto como o orangotango ser um reparador de canos da “Ideia Casa” a reparar uma falha de gás dentro do armário que estava fechado, originando o calor que o levou a despir-se. O calor terá passado por osmose pela porta fechada do armário, propagando-se à sua fiel esposa que foi obrigada a despir-se e ainda teve a bonita atitude de se esconder por debaixo dos lençóis (não fosse o reparador sair do armário de repente) o que lhe dava ainda mais calor levando-a ao estado ofegante!

 

   

 

P.s: Este post é uma nota introdutória do prefácio do livro de exercícios de matemática de 12º ano e faz parte do incentivo ao abate de automóveis com mais de 70 anos. O Sr. Drácuécalo não foi vítima de respiração boca-a-boca por um nadador masculino na praia de carcavelos, nem tão pouco é coleccionador dos cromos das chiclets Gorila. Este post deve ser lido com experiências trasncendentes. Pode provocar insolação. Em caso de persistência dos sintomas consulte o seu médico ou farmacêutico.