O poder da mulher está no bigode…

Caros  trabalhadores em matadouros de pêssegos, criadores de rãs pinchonas, homens que sabem distinguir a marca de um detergente da loiça pelo cheiro e pessoas no geral que acham que o Sr. Drácuécalo se deveria candidatar à presedência da liga de arbitragem da 5ª distrital C.

Este post tem tanto de conveniente para um homem como tem de importante ter uma bóia em volta do corpo no meio de um tsunami. Isto porque o Sr. Drácuécalo vai analisar detalhadamente os erros que até hoje as mulheres cometem sem se aperceberem de tal situação!  Não há nada mais indiferente para um homem do que uma mulher a queixar-se! Por exemplo… se ele chega a casa do trabalho e se senta no sofá a ver a bola de há duas semanas atrás e ouve a esposa a queixar-se na cozinha que está farta de ser sempre ela a chegar cansada e ter que fazer o jantar, o que é que o homem responde? Qualquer coisa como: “- Querida, queres mudar de função? Pára lá com isso 5 minutos e trás uma cerveja aqui ao pesseguinho”. O mais curioso é que até hoje a mulher ainda não percebeu que é ela que tem o poder nas mãos…

Mas como podem elas contra-argumentar sempre que um homem age indiferentemente a um pedido feito por elas? Fácil, não se limitem a criticar a atitude, o truque é ameaçar! Senão reparem na seguinte situação hipotética: Um homem deixou crescer a barba ao ponto de a poder usar para tirar restos de gordura da panela da sopa e está a beijar a mulher que se encontra incomodada por estar a ser brutalmente picada por aquele conjunto de picos sebosos desordenados. Em vez de a mulher se queixar e pedir para ele ir fazer a barba deveria dizer: “- Para teres noção de como isso é incomodativo também vou deixar crescer o meu bigode!”

P.s: Este post foi escrito por 3 pinguins do Surinami. O Sr. Drácuécalo foi avistado desnudado dentro da jaula de um qualquer animal carnívoro num jardim zoológico da malcata. Ler com uma dose moderada de frieza. Pode provocar queda de cabelo. Em caso de persistência dos sintomas consulte o seu médico ou farmacêutico.

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A mulher “foca”…

Caros  observadores de cometas, reparadores de frigideiras, homens com mais de 3 anos que sabem quem é o pokoyo e pessoas no geral que acham que os vampiros existem, mas só na zona da mata do Canidelo.

A relação interpessoal homem-mulher é desde sempre assunto da maior atenção por parte de toda a humanidade e assim sendo, porque não elaborar um post sobre o sucedido? Talvez mais importante do que a escrita real que se apresenta seja a lição que o homem Português vai retirar das próximas linhas! Sim, porque este post pretende analisar a mulher aquando da realização de carícias extra-auto-corpóreas!

Numa recente sondagem elaborada pelo Sr. Drácuécalo, mestre da realidade, e publicada num pedaço de papel junto ao seu computador, foi apurada a existência de 3 grupos distintos de mulher quando estão numa relação com um homem. Esta diferenciação tem como base a sua agressividade e instintos de sobrevivência, ou seja. Por ordem decrescente de impetuosidade animal, temos:

1 – A mulher “1,2,3”! Porquê mulher “1,2,3” perguntam vocês? Porque tal como o electrodoméstico homónimo da moulinex, ela faz em picadinho qualquer tipo de homem, por muito pelo que tenha no umbigo. Na verdade, esta mulher anda dissimulada no seu dia-a-dia pois está classificada como altamente perigosa e localiza-se em termos de ferocidade entre o rotweiller e o caniche dentes de sabre!

2 – A generalidade das pessoas conhece esta mulher como a mulher “delicia do mar”. Nem é carne, nem é peixe. É geralmente redonda e vermelha devido a uma exposição prolongada no solário. No entanto podem ouvir chamá-las por outras nóminas como mulher “galheteiro” porque tem sal q.b. mas é exagerada no vinagre. O Sr. Drácuécalo prefere chamar-lhe a mulher “lambreta”. Porquê mulher “lambreta”? Simples, toda a gente acha que  não é uma mota, mas quando chega a hora toda a gente anda naquilo! Agora mais a sério, já há tanta lambreta hoje em dia que as próprias motas sofrem por causa do trânsito.

3 – A mulher mais branda, insossa e inútil na relação coisa-coiso é a mulher “foca”. A explicação para este nome exige alguma vizualização, pelo que fechem os olhos e imaginem o cenário: uma mulher que, quando está com um homem, se despe rapidamente, se deita no sei leito (ou outra localização geográfica à escolha), origina um ângulo obtuso com os membros inferiores e coloca as mãos junto ao peito com vergonha enquanto aguarda que o homem “execute o trabalho para o qual está destinado”… Conseguiram visualizar? Agora visualizem interiormente uma foca deitada de costas num qualquer zoomarine ou afins… Compreendido?!

P.s: Este post vai ser utilizado no fabrico de vinho do porto. O Sr. Drácuécalo quer dar os parabéns a todos os leitores que fecharam realmente os olhos durante a leitura do post para imaginar a mulher “foca” e procura sócios para abrir uma mercearia especializada na venda de abacate. Ler com uma dose moderada de paciência. Pode provocar sensibilidade dentária. Em caso de dúvida ou persistência dos sintomas consulte o seu médico ou farmacêutico.

O tamanho da situação…

Caros  jogadores de macaca, cuspidores de fogo em part-time, homens que sabem dançar samba e pessoas no geral que acham que o seu umbigo só existe para ficarem bem em fato de banho.

Após tão merecidas mini-férias da sua estafante profissão de analisador da realidade, o Sr. Drácuécalo volta em força com o tão aguardado tema racio-penio-coiso. Ora bem, como se trata de um tema delicado, a palavra pénis, repito: pénis, não será utilizada, aparecendo em substituição termos dóceis e igualmente expressivos como: “beribacho” ou “porquinho da índia nortenho”!

Há dois grandes mitos que circundam a mente do homem: o já analisado mito do urinol e o mito do comprimento do “abicaíl”! Perguntarão vocês (grupo de 3 ou 4 pessoas que segue este blog, incluindo eu próprio e o meu irmão): de que se trata este mito urbano e mais precisamente, balneárico? Ora bem, fiquem bem a saber que na mente de um homem, este só o é, se a sua “ponta espigada” for a maior da freguesia! Este pensamento até tem alguma razão de ser, afinal de contas todas as espécies têm a sua própria escala de medição de superioridade: o leão mais forte tem o maior rugido, o gorilão das bananas é o que faz mais barulho a bater na peitaça, o Zé Castelo Branco… enfim, perceberam a ideia?! O único problema deste mito é que torna o homem menos macho! “- O quê Sr. Drácuécalo?! Isso é impossível, é macho um homem ter um “segafredo” maior…”! Certíssimo caros leitores… até ao ponto em que o andam a comparar uns com os outros! Na sua busca pela verdade crua e insana, o Sr. Drácuécalo inscreveu-se em 18 equipas masculinas dos mais diversos desportos, incluindo matrecos, e constactou que em TODOS eles, assim que o treino terminava e os jogadores chegavam ao balneário para um banho, começavam os olhares discretos e fugazes em busca da confirmação porque tanto anseiam! E isto piorou ao ponto de vários membros irem pedir o champô do amigo que estava no chuveiro ao lado!

Esta obcessão primitiva de querer ter o maior “tortelini” do bairro origina as mais barbáries discussões entre homens, sobretudo se forem solteiros e estiverem na presença de mulheres: “- Ah, porque eu até tenho que comprar roupa interior fabricada com o pano de tendas de campismo” ; “- E eu? Da última vez que usei boxers largos tive que mandar pintar as paredes”. O Sr. Drácuécalo acha esta conversa hilariante, e as mulheres também! Ainda está para nascer o homem que esteja no seu grupo de amigos e diga que é tão fraquinho que ofereceu um gps à namorada…

P.s: Este post pode ser apresentado em qualquer bar da zona da Freixieira e vale 3 cervejas de lata aquecidas. O Sr. Drácuécalo não consegue explicar o porquê de os jogadores profissionais de matrecos irem juntos para um balneário tomar banho. Enquanto leu este post o preço da gasolina aumentou 2 cêntimos por litro. Pode provocar micoses.  Em caso de persistência dos sintomas consulte o seu médico ou farmacêutico.

Expressões famosas…

 

Caros utilizadores de esteróides de bizonte, domadores de caniches, homens que sabem fazer tricô e pessoas no geral que não usam casas de banho públicas porque têm medo de engravidar… ao fecharem a porta!

Muito se fala sobre a humanidade, sobre as suas virtudes e defeitos… O Sr. Drácuécalo, aracnídeo atento numa sociedade púbica (a omissão do “L” não constitui um erro de impressão), tomou a liberdade de analisar o ser humano e dele extrair a maior das suas qualidades: a capacidade do desenrasca. Nesta ferramenta quotidiana, o povo Português é imbatível, desde a primária até à velhice. Um exemplo prático disto são as guerras de recreio dos miúdos de hoje: no tempo do Sr. Drácuécalo, a escola era um ambiente de amizade entre os primatas e os dinossauros e esta harmonia só era quebrada quando um desses exemplares pre-históricos carnívoros ficava com fome… e comia o dinossauro! No dias que correm, as crianças vão para a escola para baterem uns nos outros criando as famosas guerras de recreio caracterizadas pelo jogo do mata… com calhaus! E se faltarem os calhaus? Siga com o jogo do suja… com cuspe! Isto sim é desenrascar…

Mas o topo da capacidade do desenrascanço vem com a meia idade, em que o Homem aprende duas frases que, aplicadas a qualquer situação, determinam a sua escapadela impune por qualquer acto que pratique: “Isto não é o que parece” e “Isto não é o que estás a pensar”. Imaginem a situação: Um homem chega a casa, cansado do trabalho e encontra a sua mulher, desnudada, ofegante no meio dos lençóis… Nada disso seria estranho aos olhos de um homem cansado se ela não estivesse depilada! Apesar de tudo, o homem fica contente pelo facto e dirige-se ao guarda roupa para tirar a desconfortante roupa que enverga e dá de caras com um “orangotango bolívio”, completamente nú e também depilado!!!! Quase a entrar em morte cerebral por necrose ovárica, o homem pergunta à mulher o que se passa ali ao que ela responde: “- Querido, isto não é o que estás a pensar”. PROBLEMA RESOLVIDO! Ufa! O marido estava mesmo a pensar que ela estava a brincar aos comboios da cp com um revisor de bigode e afinal “aquilo não era o que parecia”… Sendo assim, de certeza que havia uma explicação lógica para o facto como o orangotango ser um reparador de canos da “Ideia Casa” a reparar uma falha de gás dentro do armário que estava fechado, originando o calor que o levou a despir-se. O calor terá passado por osmose pela porta fechada do armário, propagando-se à sua fiel esposa que foi obrigada a despir-se e ainda teve a bonita atitude de se esconder por debaixo dos lençóis (não fosse o reparador sair do armário de repente) o que lhe dava ainda mais calor levando-a ao estado ofegante!

 

   

 

P.s: Este post é uma nota introdutória do prefácio do livro de exercícios de matemática de 12º ano e faz parte do incentivo ao abate de automóveis com mais de 70 anos. O Sr. Drácuécalo não foi vítima de respiração boca-a-boca por um nadador masculino na praia de carcavelos, nem tão pouco é coleccionador dos cromos das chiclets Gorila. Este post deve ser lido com experiências trasncendentes. Pode provocar insolação. Em caso de persistência dos sintomas consulte o seu médico ou farmacêutico.

 

Vou começar a limpar o c* às urtigas… à Homem!

Meus caros utilizadores de chinelos, imitadores de pinguins do ártico, operadores de gruas do Dubai e todas as pessoas que acham que os cavalos têm um orgão espiritual mais desenvolvido do que o seu (o que não é o meu caso).

Na luta pela verdade e defesa dos seus próprios interesses, o sr. Drácuécalo resolveu percorrer as prateleiras dos hipermercados mais próximos por dois motivos: comprar uma pasta de dentes de mentol para ficar com o hálito fresquinho e comprar papel higiénico para trazer de volta à vida o meu vale da morte, após a sua utilização! Durante o cumprimento da missão deparei-me com algo inóspito: a marca de papel higiénico “Neve”!!!

Segundo o fabricante, Neve é um produto sofisticado, destinado às classes A e B… só se for A de Apaneleirado e B de Bicha, pela quantidade de mariquices anunciadas, como o Neve Ultra, que já vem com algumas opções:
«alto relevo de flores, perfume e uma micro-textura» que, segundo o texto da embalagem, proporciona aos seus felizes utilizadores «a suavidade de uma pétala de rosa»!

Perguntar não ofende: alguém já limpou o cu com uma pétala de rosa?

Depois, temos o Ultra Soft Color, mais caro é claro! De cor laranja vem com «extracto de pêssego»…. como se o cu distinguisse a cor e sentisse o cheiro!
Mas, o supra sumo é o Neve Ultra Protection, o top da linha.
Este Rolls Royce dos papéis higiénicos, além de conter «óleo de amêndoas», que garante «maciez superior e um cuidado maior com a pele», na sua delicada fórmula encontramos Vitamina E (!!!) Esta coisa de fazer farturas e sair com a gruta vitaminada é mesmo genial!

Pois é meus caros amigos… Este mundo é cada vez mais uma bola de fogo que nos persegue até nos queimar os pelinhos todos… Continuarei na minha luta contra o mal, o crime, e os papeis higiénicos mutantes que forçam as nossas nádegas a tomar uma posição na sociedade…

Ps: Este post não pretende ofender as pessoas que utilizam os caules das rosas como se fossem um escovilhão para limpar o rabinho, nem tão pouco opinar sobre a metodologia mais adequada para tal missão. Ler com uma dose moderada de proteínose. Pode provocar coma! Em caso de persistência dos sintomas consulte o seu médico ou farmacêutico.

Pasteis de nata e arroz de cabidela…

Caros pandas gigantes, tratadores de pulgas, carteiros da Checoslováquia e pessoas no geral, que pensam que evacuar é um processo divertido, especialmente em períodos de obstipação.

O meu post de hoje é um tema quem tem tanto de relevante como um ataque de flatulência no meio de um tornado. Em todo o caso pareceu-me um tema de importância caso se absorva com uma determinada analogia. Pasteis de nata! Quem nunca comeu um? (A sério? Parvo!) Pois bem, de acordo com um estudo realizado pela revista Maria, há uma importante revelação relativamente à opinião dos homens quando se aborda este assunto. Segundo o dito estudo, todos os homens gostam de comer um bom pastel de nata e NUNCA o vão negar. O ponto fulcral do quão satisfeito fica está na quantidade de canela. Isto é: Um homem adora um pastel de nata sem canela nenhuma e se tiver muita canela já não fica tão bom, tendo mesmo alguns homens que pedir para retirar um bocado da canela, ou afastando-a eles mesmos da frente. Mas o pastel de nata perfeito é aquele que só tem um bocadinho de canela. Dá cor, sabor q.b. e apetece sempre repetir.

Uma outra forma de perspectivar a coisa é relativamente ao arroz de cabidela. Neste caso quer-se um arroz malandrinho, e o segredo está na carne! Tem que ser tenra, mas não muito jovem, e não pode ser uma carne muito magra ou fica rija! Tem que ter um bocadinho de gordura para dar sabor e não enjoar. Um bom arroz de cabidela pode também incorporar um bocadinho de sangue, nunca em demasia, o que implicaria a falta de experiência da cozinheira e só numa base voluntária.

Espero ter enobrecido a vossa cultura relativamente ao homem português. Obrigado revista Maria!

Ps: Este post foi escrito durante um ataque de 100 espirros seguidos (com os olhos abertos!). Por favor limpar o ranho do monitor. Ler com uma certa dose de rebeldia. Pode provocar necessidade de culturismo e respectivas cuecas e óleos. Em caso de persistência dos sintomas consulte o seu médico ou farmacêutico.

O que o homem não queria saber…

Caros enólogos, ginastas rítmicos, provadores de iogurte e pessoas que desconhecem que o pepino e a banana servem, afinal, para comer:

Num mundo recheado de contrabando de informação, tráfico de toalhitas dodot e onde há pessoas que se recusam a usar desodorizante, achei por bem falar de uma temática política neste post: A importância do parlamento europeu e das eurosondagens para a distribuição parlamentar dos nossos deputados num contexto de heterologia política respeitante à diversidade cultural de ideais que caracterizam a sociedade portuguesa em direita, esquerda, monárquicos e outros. Como desta temática nada sei, vou alterar o meu post falando-vos de um mito urbano que afecta TODOS os homens da nossa nação…

Meus amigos homens de Portugal… aquilo que muito temiam será agora revelado! Após uma extensa investigação e horas e horas de suor, consegui apurar que… infelizmente é verdade: as mulheres também fazem cocó! SIM! É VERDADE! E pior companheiros: Também cheira mal! Muito mal! E dão pús! Ainda não recuperei da notícia… tão pouco do olfacto da narina esquerda, mas toda e qualquer visão de uma mulher perfeita cai agora por terra…

Haja o que houver uma verdade é certa: só há uma mulher perfeita onde não houver cocó!

Ps: Este post não pretende ofender as mulheres que efectivamente não fazem cocó! Nunca! Nem tão pouco os homens que se acham mulheres e que achavam que não faziam cocó porque, na verdade, quando ele ia a sair era reencaminhado para a origem. Ler com jovialidade e modernidade. Apagar da mente a palavra cocó. Pode provocar sarampo. Em caso de persistência dos sintomas consulte o seu médico ou farmacêutico.