Expressões proibidas no… coiso!

Caros distribuidores de panfletos, produtores de filmes selvagens, fabricantes de patins em linha e homens no geral que usam o cotão que encontram no umbigo para substituir as acendalhas da lareira.
Há já muito tempo que o Sr. Drácuécalo não atingia a realidade no estômago como um canhão. Mas isto porque tem andado ocupado a estudar a melhor maneira de não fazer nada. E até agora está a ser um sucesso ao nível de um mestrado integrado em aerodinâmica de máquinas de lavar roupa.
Mas esquecendo o passado e cingindo-nos ao presente perguntarão qual é o motivo desta mordidela… Pois bem haverá alguma coisa mais extraordinária de analisar do que os vários discursos que exaltam da boca do ser feminino durante um encontro mais fugaz? Se não compreendem onde o assassino de foles de lareira quer chegar é melhor ignorarem o resto do post! Foi necessária uma árdua, extenuante e entusiasman… quer dizer, terrivelmente enfadonha pesquisa em vários sites que alojam peças cinematográficas (dignas de qualquer programa BBC vida selvagem de domingo de manhã) e em várias revistas de credibilidade duvidosa para a realização desta tese. E o assunto é mais sério do que se possa julgar porque a existência da humanidade está em risco! O homem está cada vez menos interessado em praticar a multiplicação gâmetar!!! Acham que não? Então vejam este Top 5 sobre o que as mulheres mais dizem durante a fase mais crucial da coisa:

5 – Em quinto lugar vem o famoso “Ai”. Uma coisa é um “Ai”… outra bem diferente é uns conjunto de 300 “Ai” seguidos em que o homem começa a pensar se estará no meio de um filme do Silvester Stalone com centenas de feridos mutilados à volta…

4 – Não menos desexcitante, chega em 4º lugar o par homógrafo do número 5! A expressão: “Aí”. Vamos exemplificar a situação: … “Aí, aí, aí”!!!! Mas “aí” onde?! Não estou lá já? Se sim é porque estou a fazer as coisas como deve ser, não preciso de um arrumador de carros… Se não, essa não é a expressão adequada… Devia ser proibido juntar as letras A e I durante a prosperação da descendência!

3 – Já no pódio vem o inimigo número 3 do homem: “Vai”… Lá estão o A e o I novamente! “Vai… vai… vai…” Mas vai onde caramba? E tem que ser logo agora? Não pode esperar mais 10 minutos?

2 – Quase a chegar ao primeiro lugar estão as alusões aos episódios da vida quotidiana que se seguirão na posteridade! Ou seja, está o casal no início do fabrico de gotículas de sudorese quando de repente a mulher exalta: “- Não nos podemos esquecer de trazer courgette do supermercado logo!” Pronto, caldo entornado… Pois para quem não sabe a courgette é um legume com a forma de pepino… Coisa que não cai bem a nenhum homem!

1 – Em primeiro lugar vem o velhíssimo e extraordinário apelo à religião! O “Ai meu Deus” ocupa já um lugar cimentado na vida intima de qualquer senhora que se preza. Se os homens perguntarem ao Sr. Drácuécalo qual a resposta mais pertinente a dar a uma mulher que comece com tal expressão, essa será sem dúvida: “- Querida, já te disse que quando estamos só os dois podes chamar-me bebé…”

Ps: Este post foi escrito por um ser assexuado de origem desconhecida que nunca teve contacto com nenhum tipo de intimidade. O Sr. Drácuécalo esclarece que tem muita pena do ser em questão. Pode causar borbulhas nas virilhas. Ler após tomar 2 comprimidos de um anti-histamínico qualquer. Em caso de dúvida ou persistência dos sintomas consulte o seu médico ou farmacêutico.

Expressões famosas…

 

Caros utilizadores de esteróides de bizonte, domadores de caniches, homens que sabem fazer tricô e pessoas no geral que não usam casas de banho públicas porque têm medo de engravidar… ao fecharem a porta!

Muito se fala sobre a humanidade, sobre as suas virtudes e defeitos… O Sr. Drácuécalo, aracnídeo atento numa sociedade púbica (a omissão do “L” não constitui um erro de impressão), tomou a liberdade de analisar o ser humano e dele extrair a maior das suas qualidades: a capacidade do desenrasca. Nesta ferramenta quotidiana, o povo Português é imbatível, desde a primária até à velhice. Um exemplo prático disto são as guerras de recreio dos miúdos de hoje: no tempo do Sr. Drácuécalo, a escola era um ambiente de amizade entre os primatas e os dinossauros e esta harmonia só era quebrada quando um desses exemplares pre-históricos carnívoros ficava com fome… e comia o dinossauro! No dias que correm, as crianças vão para a escola para baterem uns nos outros criando as famosas guerras de recreio caracterizadas pelo jogo do mata… com calhaus! E se faltarem os calhaus? Siga com o jogo do suja… com cuspe! Isto sim é desenrascar…

Mas o topo da capacidade do desenrascanço vem com a meia idade, em que o Homem aprende duas frases que, aplicadas a qualquer situação, determinam a sua escapadela impune por qualquer acto que pratique: “Isto não é o que parece” e “Isto não é o que estás a pensar”. Imaginem a situação: Um homem chega a casa, cansado do trabalho e encontra a sua mulher, desnudada, ofegante no meio dos lençóis… Nada disso seria estranho aos olhos de um homem cansado se ela não estivesse depilada! Apesar de tudo, o homem fica contente pelo facto e dirige-se ao guarda roupa para tirar a desconfortante roupa que enverga e dá de caras com um “orangotango bolívio”, completamente nú e também depilado!!!! Quase a entrar em morte cerebral por necrose ovárica, o homem pergunta à mulher o que se passa ali ao que ela responde: “- Querido, isto não é o que estás a pensar”. PROBLEMA RESOLVIDO! Ufa! O marido estava mesmo a pensar que ela estava a brincar aos comboios da cp com um revisor de bigode e afinal “aquilo não era o que parecia”… Sendo assim, de certeza que havia uma explicação lógica para o facto como o orangotango ser um reparador de canos da “Ideia Casa” a reparar uma falha de gás dentro do armário que estava fechado, originando o calor que o levou a despir-se. O calor terá passado por osmose pela porta fechada do armário, propagando-se à sua fiel esposa que foi obrigada a despir-se e ainda teve a bonita atitude de se esconder por debaixo dos lençóis (não fosse o reparador sair do armário de repente) o que lhe dava ainda mais calor levando-a ao estado ofegante!

 

   

 

P.s: Este post é uma nota introdutória do prefácio do livro de exercícios de matemática de 12º ano e faz parte do incentivo ao abate de automóveis com mais de 70 anos. O Sr. Drácuécalo não foi vítima de respiração boca-a-boca por um nadador masculino na praia de carcavelos, nem tão pouco é coleccionador dos cromos das chiclets Gorila. Este post deve ser lido com experiências trasncendentes. Pode provocar insolação. Em caso de persistência dos sintomas consulte o seu médico ou farmacêutico.