Guardanapos e croquetes…

 

Caros banhistas de inverno, frequentadores de saunas no Brasil, pessoas no geral que acham difícil comer as uvas passas na passagem de ano e mulheres em particular para quem isto é tão fácil que as trocam por uvas normais.

Grande parte das nossas acções do quotidiano são pensadas para agradar. Agradar aos outros de uma maneira geral porque socialmente é assim que deve ser. É impensável alguém imaginar um super-herói com umas cuecas vermelhas por fora do fato… hmm… este não foi um bom exemplo. Tentemos outro: é impensável alguém ir dar uma conferência de imprensa meio alucinado e ser projectado para a fama… bem, estão a perceber a ideia certo?

Pois bem, o Sr. Drácuécalo, utilizador de palhinhas coloridas e espalhador de creme de barrar, não se rala minimamente com este tipo de postura social. Por este motivo resolveu abordar a temática dos eventos sociais e respectivos croquetes! Quem já foi a uma apresentação, abertura de loja, início de um evento, saberá certamente que normalmente isso implica uma certa postura e mais importante: dá direito a comida e bebida à borliux! Aqui começa a parte engraçada da coisa: geralmente a comida passa por tostinhas enfeitadas com coisas coloridas que não sabem a nada ou croquetes e outros salgado em miniatura. Qualquer um de nós, em casa, pegaria em dois ou três ao mesmo tempo e zumba. Mas ali não! Em qualquer evento social que se preze só podemos tirar um mísero mini-croquete de cada vez e depois temos que esperar que a menina que transporta a travessa dê mais uma volta.

Não fosse este facto só por si bastante cómico, sempre que a dita menina se aproxima para uma nova dose de salgadinho, apresenta-nos um molho de pequenos guardanapos coloridos para lhes pegarmos. Evidentemente que somos psicologicamente empurrados a pegar no guardanapo, embora não precisemos dele para comer aquela amostra de croquete, pelo que, após o acto mastigatório, continuamos com o guardanapo colorido na mão e intacto. Como parece mal andar com um guardanapo na mão, o que é que toda a gente faz? Guardanapo no bolso de traz das calças ou na carteira! Na próxima vez que a menina passar o ritual recomeça e avança até ao ponto onde cada “nalga” do rabo está mais engurgitada do que as da Susana da Casa dos Segredos.

E assim se esgotam os ecopontos do papel…

 

 

 

P.s: Este post foi editado por uma fábrica de ferragens. Pode saber a metal. Qualquer nome de pessoa ou programa televisivo mencionado no post é fruto de mero trabalho irracional e criativo e qualquer semelhança com factos reais é pura coincidência. O Sr. Drácuécalo não consegue fornecer informações sobre quem teve a absurda ideia de inventar croquetes tão pequenos. Pode provocar mau hálito. Não engolir antes de mastigar. Em caso de persistência dos sintomas consulte o seu médico ou farmacêutico.

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