Expressões famosas…

 

Caros utilizadores de esteróides de bizonte, domadores de caniches, homens que sabem fazer tricô e pessoas no geral que não usam casas de banho públicas porque têm medo de engravidar… ao fecharem a porta!

Muito se fala sobre a humanidade, sobre as suas virtudes e defeitos… O Sr. Drácuécalo, aracnídeo atento numa sociedade púbica (a omissão do “L” não constitui um erro de impressão), tomou a liberdade de analisar o ser humano e dele extrair a maior das suas qualidades: a capacidade do desenrasca. Nesta ferramenta quotidiana, o povo Português é imbatível, desde a primária até à velhice. Um exemplo prático disto são as guerras de recreio dos miúdos de hoje: no tempo do Sr. Drácuécalo, a escola era um ambiente de amizade entre os primatas e os dinossauros e esta harmonia só era quebrada quando um desses exemplares pre-históricos carnívoros ficava com fome… e comia o dinossauro! No dias que correm, as crianças vão para a escola para baterem uns nos outros criando as famosas guerras de recreio caracterizadas pelo jogo do mata… com calhaus! E se faltarem os calhaus? Siga com o jogo do suja… com cuspe! Isto sim é desenrascar…

Mas o topo da capacidade do desenrascanço vem com a meia idade, em que o Homem aprende duas frases que, aplicadas a qualquer situação, determinam a sua escapadela impune por qualquer acto que pratique: “Isto não é o que parece” e “Isto não é o que estás a pensar”. Imaginem a situação: Um homem chega a casa, cansado do trabalho e encontra a sua mulher, desnudada, ofegante no meio dos lençóis… Nada disso seria estranho aos olhos de um homem cansado se ela não estivesse depilada! Apesar de tudo, o homem fica contente pelo facto e dirige-se ao guarda roupa para tirar a desconfortante roupa que enverga e dá de caras com um “orangotango bolívio”, completamente nú e também depilado!!!! Quase a entrar em morte cerebral por necrose ovárica, o homem pergunta à mulher o que se passa ali ao que ela responde: “- Querido, isto não é o que estás a pensar”. PROBLEMA RESOLVIDO! Ufa! O marido estava mesmo a pensar que ela estava a brincar aos comboios da cp com um revisor de bigode e afinal “aquilo não era o que parecia”… Sendo assim, de certeza que havia uma explicação lógica para o facto como o orangotango ser um reparador de canos da “Ideia Casa” a reparar uma falha de gás dentro do armário que estava fechado, originando o calor que o levou a despir-se. O calor terá passado por osmose pela porta fechada do armário, propagando-se à sua fiel esposa que foi obrigada a despir-se e ainda teve a bonita atitude de se esconder por debaixo dos lençóis (não fosse o reparador sair do armário de repente) o que lhe dava ainda mais calor levando-a ao estado ofegante!

 

   

 

P.s: Este post é uma nota introdutória do prefácio do livro de exercícios de matemática de 12º ano e faz parte do incentivo ao abate de automóveis com mais de 70 anos. O Sr. Drácuécalo não foi vítima de respiração boca-a-boca por um nadador masculino na praia de carcavelos, nem tão pouco é coleccionador dos cromos das chiclets Gorila. Este post deve ser lido com experiências trasncendentes. Pode provocar insolação. Em caso de persistência dos sintomas consulte o seu médico ou farmacêutico.

 

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